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Em defesa da vida e da democracia: um alerta necessário para o Brasil
O Brasil vive um momento que exige reflexão, responsabilidade e coragem. Mais do que uma disputa política, o que está em jogo é o futuro da nossa sociedade e os pilares que sustentam a vida em comum. Como aponta o pronunciamento, seguimos em uma caminhada que vem sendo ameaçada por forças que insistem em negar *A DEMOCRACIA, A CIÊNCIA E A VIDA*.
Ao longo dos últimos anos, o país conquistou avanços importantes: estabilidade institucional, inclusão social e redução das desigualdades. Esses resultados devolveram dignidade ao povo brasileiro. No entanto, essa mesma construção passou a ser alvo de uma minoria radicalizada, que aposta no caos e na desinformação como estratégia política.

Os episódios recentes não são isolados. Eles fazem parte de uma engrenagem que busca enfraquecer instituições, atacar políticas públicas e comprometer a confiança da população. Um dos exemplos mais preocupantes é o avanço do negacionismo em relação às vacinas — especialmente quando direcionado às crianças.
A história já mostrou os perigos desse caminho. No início do século XX, durante a Revolta da Vacina, o medo e a falta de informação geraram resistência à ciência. Hoje, porém, vivemos em um contexto completamente diferente. Ignorar o conhecimento científico em pleno século XXI não é apenas um erro — é uma escolha que coloca vidas em risco.
Quando políticas públicas fundamentais, como o Programa Nacional de Imunizações, são atacadas, o impacto é direto: doenças antes controladas podem voltar a ameaçar a população. Como alerta o texto, *O RISCO É REAL, É IMEDIATO E É DEVASTADOR*.
Esse cenário se agrava quando a desinformação também atinge o sistema democrático. Questionar, sem provas, a integridade das urnas eletrônicas ou do processo eleitoral não fortalece o debate — enfraquece a confiança coletiva e abre espaço para instabilidade institucional.
Além disso, o extremismo não se limita ao discurso. Investigações recentes revelaram planos de violência contra lideranças políticas, mostrando que o ataque à democracia pode ultrapassar os limites da retórica e se transformar em ameaça concreta.
Diante desse contexto, a defesa da democracia se torna uma responsabilidade coletiva. Não se trata apenas de preservar instituições, mas de garantir que direitos fundamentais continuem sendo respeitados e que o país siga avançando com justiça social e inclusão.
A mensagem é clara: não há espaço para retrocessos. O Brasil precisa seguir firme na defesa da vida, da ciência e da vontade soberana do povo. Como reafirma o pronunciamento, *A LEI, A ORDEM E A VONTADE SOBERANA DO POVO BRASILEIRO HAVERÃO DE PREVALECER*.
Mais do que um posicionamento político, essa é uma defesa ética: da vida, da democracia e do futuro do Brasil.