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Notícia do deputado Carlos Bordalo

As informações contidas nesta seção são de responsabilidade da assessoria do próprio deputado.

24/03/2026 | 13h58 - Atualizada em 24/03/2026 | 13h57

Bordalo solicita providências diante de denúncias de violações em presídios do Pará

Reportagem: Heloiá Carneiro

Edição: Carlos Bordalo



O deputado Bordalo é o autor de uma Moção encaminhada ao Governo do Estado do Pará solicitando providências urgentes diante de denúncias de violações de direitos humanos no sistema prisional estadual. O documento foi direcionado à Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) e à Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (SEIRDH).


A iniciativa surge após a divulgação de uma decisão judicial que determinou o afastamento da diretora da Unidade de Custódia e Reinserção de Castanhal, além de outros agentes penitenciários, por suspeita de práticas de violência contra pessoas privadas de liberdade. Entre os relatos, estão casos de asfixia, afogamento e espancamentos.


Na Moção, Bordalo destaca que o reconhecimento dessas situações deve servir como oportunidade para melhorar as políticas públicas e fortalecer os mecanismos de controle. “Não se trata de confronto, mas de responsabilidade institucional. Precisamos garantir a apuração rigorosa dos fatos e assegurar a dignidade das pessoas privadas de liberdade”, afirmou o deputado.


O parlamentar também solicita celeridade no aperfeiçoamento da Lei Estadual nº 9.647/2022, que institui o Comitê e o Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura. Segundo ele, a legislação precisa ser atualizada para garantir mais efetividade e independência na fiscalização.


“É fundamental fortalecer os mecanismos de prevenção à tortura e garantir que eles tenham condições reais de atuação. Isso é essencial para proteger direitos e dar mais transparência ao sistema”, reforçou Bordalo.


A Moção ainda recomenda o reforço no monitoramento das unidades prisionais, a adoção de medidas administrativas para investigação dos casos e a proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade. O documento também será encaminhado a órgãos como o Ministério Público do Estado do Pará, Defensoria Pública, Tribunal de Justiça e demais instituições responsáveis pela fiscalização do sistema.


Para o deputado, as medidas são essenciais para garantir o respeito aos direitos humanos e fortalecer a credibilidade do Estado. “Promover a dignidade humana e assegurar o cumprimento da lei é um compromisso que precisa ser permanente”, concluiu.