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“Eu nunca tive medo de diálogo. Sempre acreditei que conversar, ouvir e construir junto é o caminho para pacificar, avançar e entregar resultados”, afirmou Chicão ao comentar sua atuação à frente do Parlamento.
Da Medicina à política paraense
Natural do Acre, Chicão relembrou a decisão que mudou sua vida: abandonar o curso de Medicina para seguir carreira no serviço público e, posteriormente, na política. A chegada ao Pará e a construção de sua base política em Ananindeua marcaram o início de uma trajetória que o levaria a ocupar cargos estratégicos em diferentes gestões.
“Eu entendi que poderia ajudar muito mais pessoas trabalhando com políticas públicas, planejando cidades e cuidando da infraestrutura”, declarou o deputado ao relembrar o período.
Secretário em governos rivais e o perfil técnico
Um dos pontos que mais chamou atenção no episódio foi o relato sobre sua atuação como secretário de Obras em governos de campos políticos distintos, incluindo administrações ligadas ao PT e ao PSDB. Para Chicão, o perfil técnico sempre falou mais alto do que a ideologia.
“Quando a missão é trabalhar pela cidade, não existe cor partidária, existe responsabilidade com as pessoas”, ressaltou ao explicar como conseguiu transitar entre gestões rivais.
Alepa pacificada e Assembleia Itinerante
Chicão também detalhou como conseguiu reduzir tensões internas e promover um ambiente de diálogo na Alepa, fortalecendo o papel institucional do Legislativo. A criação e expansão da Assembleia Itinerante foi citada como um divisor de águas, aproximando o Parlamento da realidade do interior do Estado.
“Quando a gente sai do gabinete e vai para o interior, a política ganha rosto, nome e urgência”, enfatizou o presidente da Casa ao comentar o impacto do programa.
Bastidores da COP30 e obras estruturantes
Outro destaque foi a análise sobre o legado da COP30 para Belém e para o Pará. Chicão comentou projetos como o Parque da Cidade, as intervenções na Doca e as obras no Porto de Outeiro, reforçando que os investimentos precisam deixar benefícios permanentes para a população.
“A COP não pode ser só um evento, ela precisa ser um marco de transformação urbana e social”, pontuou ao avaliar os impactos das obras.
Aliança política e cenário de 2026
Ao falar sobre o futuro, Chicão confirmou a aliança política com o governador Helder Barbalho e afirmou que o momento é de construção, não de polarização.
“O Pará precisa de união, planejamento e maturidade política para continuar avançando”, disse ao projetar o cenário eleitoral.